
Qual ave cansada em busca do ninho,
Qual viajor exaurido no caminho,
Qual ferimento provocado por espinho,
É minha alma de peregrino.
Olho Tua Mão no horizonte,
E ao subir no Calvário Monte,
Vejo o Sangue verter da Fronte,
Para cobrir este caminhante.
Ao anelar por teu Alto Abrigo,
Ao descansar em Teu Ombro Amigo,
Terminará todo meu suplicio,
Em Tua Sombra - no Esconderijo.
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Este pequeno poema, deu-me o Senhor,
Quando meditava no Salmo 91:1
Pastor Marcos Antonio
Hyannis, MA - U.S.A.
01 de maio de 2010
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